A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou o áudio do pênalti não marcado na partida entre Palmeiras e Flamengo, no domingo (19), no Maracanã. E a conversa entre os árbitros, como já era esperado, revoltou a torcida que canta e vibra.
Logo aos três minutos de jogo, após cobrança de escanteio de Andreas Pereira, Gustavo Gómez foi empurrado por Jorginho dentro da área ao tentar cabecear. Depois de levar um nó na marcação individual, o meio-campista rubro-negro não disputa a bola e desloca o zagueiro palestrino com os dois braços.
No momento, Wilton Pereira Sampaio nada marcou. Ao analisar a jogada, Caio Max, responsável pela tecnologia de vídeo, resolveu não interferir por considerar que o empurrão não gerou impacto. “Wilton, pode seguir. Os dois braços estão estendidos e não faz a flexão com impacto para empurrão”, disse Max.
Era esperado pelos torcedores palmeirenses algo nesse nível da liberação do áudio, tendo em vista a decisão de não marcar a penalidade. Por meio das redes sociais, os palestrinos têm demonstrado o descontentamento com a avaliação do profissional do vídeo, que poderia ter corrigido o erro do campo e não o fez.
VAR também não viu falta no 2º gol do Flamengo
Assim como não entendeu como penal o empurrão de Jorginho em Gómez, Caio também não considerou falta na origem do segundo gol da vitória flamenguista por 3 a 2. Nem em Vitor Roque, em um primeiro momento, e nem em Bruno Fuchs no encontrão com Pedro.
“Wilton, foi checado duas possíveis faltas. Na origem da jogada não faz parte da fase de ataque (lance de Vitor Roque) e depois o Pedro tem um encontrão junto com o defensor (Fuchs). O pênalti está confirmado. O jogador defensor (Fuchs) se coloca na frente do jogador atacante (Pedro), que vai só se desvencilhar dele, acabam trombando e ele (Fuchs) deixa o corpo cair. Depois ele (Fuchs) comete o pênalti pisando no pé dentro da área. Pênalti confirmado”, declarou o árbitro de vídeo.









