Gilson Kleina protagonizou um episódio um tanto quanto curioso enquanto esteve à frente do Palmeiras. Por falta de opções disponíveis no elenco, o treinador precisou chamar um jornalista para compor o time e realizar treino antes de jogo pelo Brasileirão de 2012.
Na ocasião, o comandante palestrino contava com diversos desfalques. Dentre as ausências, incluindo machucados e suspensos, estavam o zagueiro Thiago Heleno e o lateral Juninho, por exemplo. A eles se somou de última hora o meia-atacante Daniel Carvalho, que foi cortado dos relacionados.
Em meio às baixas, Kleina se viu em uma situação delicada na véspera da partida contra o Bahia, em Pituaçu. Para completar a equipe, então, teve que incluir seu auxiliar, Narciso, e o preparador físico, Fabiano Xhá. Além deles, o jornalista Marcelo Cazavia, um dos assessores de imprensa do clube.
É bem verdade que foi uma situação específica, mas que serve muito bem para explicar o que era o Verdão na época pré-presidência de Paulo Nobre. Não por acaso, o plantel que precisou ser completado por outros funcionários acabou sendo rebaixado para a segunda divisão nacional naquele ano.
Gilson Kleina seguiu no Palmeiras
Apesar da queda para a Série B, Kleina foi mantido no cargo. E ficou até o início de 2014, passando antes pela segunda divisão e faturando o título da competição.
No ano do centenário da instituição, no entanto, foi demitido. Ao todo, comandou o Palestra 232 vezes, se tornando um dos técnicos com mais jogos na história do clube.









