Nas cinco vezes em que a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo, ao menos um jogador do Palmeiras esteve presente. O clube é uma espécie de amuleto para o único país pentacampeão do torneio mais importante do futebol, que jamais colocou as mãos na taça sem um representante palestrino.
O atleta alviverde que esteve no primeiro êxito canarinho, em 1958, na Suécia, foi Mazzola, que depois passou a defender a Itália. Quatro anos depois, no Chile, Zequinha, Djalma Santos e Vavá participaram do bicampeonato. Djalma e Vavá foram peças fundamentais da campanha vitoriosa.
Na conquista de 1970, no México, Leão e Baldochi ajudaram no tri da equipe que ficou eternizada como uma das maiores da história do esporte bretão. No tetra, em 1994, nos EUA, Zinho e Mazinho estiveram presentes. Por fim, em 2002, Marcos foi fundamental no penta conquistado no Japão.
Além do Verdão, só o São Paulo teve representantes em todos os títulos mundiais do selecionado canarinho. Por isso, fica o alerta para Carlo Ancelotti: os deuses do futebol não costumam olhar muito para a Seleção sem jogador do Palestra entre os convocados.
Seleção Brasileira vai em busca do hexa em 2026
Na Copa de 2026, o Brasil fará mais uma vez o caminho rumo a conquista do hexacampeonato mundial. Desde o penta, em 2002, o país tem batido na trave.
Lá se vão mais de duas décadas de eliminações e alguns vexames. No Mundial do Catar, em 2022, os comandados de Tite pararam diante da Croácia, nos pênaltis, nas quartas de final.









