Mesmo com o Al-Ittihad disposto a facilitar a saída de Fabinho, a possível chegada do volante ao Palmeiras esbarra diretamente no salário. Aos 32 anos, o jogador recebe cerca de R$ 13 milhões por mês no futebol saudita, valor fora dos padrões adotados por Leila Pereira.
Fabinho tem contrato até junho de 2026 e ainda tem aproximadamente R$ 78 milhões a receber. Diante disso, é baixa a chance de o atleta abrir mão desses valores para uma rescisão, o que dificulta qualquer avanço nas tratativas.
Internamente, o Palmeiras avalia o nome com cautela. Apesar do reconhecimento técnico e do perfil experiente para o meio-campo, a diretoria entende que não há espaço no orçamento para um salário sequer próximo ao que Fabinho recebe.
Para vestir a camisa alviverde, o volante teria de aceitar uma redução drástica, algo visto como improvável no momento. Com isso, o retorno ao futebol brasileiro é tratado como pouco viável.
O futebol europeu surge como o destino mais realista para Fabinho, já que clubes do Velho Continente podem oferecer valores mais compatíveis com o atual patamar do jogador. Mesmo assim, ele já sabe que terá uma diminuição em relação aos valores no Al-Ittihad.
Fabinho tem substituto no Palmeiras
Em meio ao impasse, o Palmeiras avalia outros nomes para reforçar o meio de campo. A diretoria entende a necessidade de efetuar a contratação de um primeiro volante e se coloca à disposição para fazer um investimento milionário.
Por outro lado, o Alviverde também cogita a chegada de um zagueiro de peso ao elenco. Um dos nomes avaliados é Nino, do Zenit, da Rússia, que foi campeão da Libertadores com o Fluminense.









