Em meio ao ambiente de pressão, o técnico Renato Gaúcho inicia sua trajetória como treinador do Vasco da Gama. O comandante terá um desafio complicado logo na estreia, já que o time carioca enfrenta o Palmeiras nesta quinta-feira (12), às 19h30, no Rio de Janeiro, pelo Brasileirão. válido pelo Campeonato Brasileiro.
O Vasco não vence o Palmeiras há cerca de uma década. O último triunfo do Gigante da Colina aconteceu no segundo turno do Campeonato Brasileiro de 2015, quando a equipe venceu por 2 a 0, com gols de Nenê e Rafael Silva. Desde então, o histórico pesou a favor do Alviverde..
Com esse cenário, Renato Gaúcho foi contratado com a missão de mudar o ambiente do clube e implementar uma postura mais competitiva. A diretoria acredita que a experiência do treinador pode ajudar a equipe na temporada.
Nos últimos dias, a preparação no Centro de Treinamento Moacyr Barbosa foi intensificada. A comissão técnica tem trabalhado principalmente para corrigir falhas defensivas que foram observadas nas rodadas anteriores da competição.
As primeiras atividades indicam que o Vasco pode apresentar mudanças estruturais importantes em relação ao modelo utilizado anteriormente por Fernando Diniz. Renato Gaúcho busca um sistema de jogo mais equilibrado, com maior proteção ao setor defensivo.
Renato Gaúcho foca no Vasco
De acordo com informação da imprensa carioca, um dos pontos considerados fundamentais pela comissão técnica é o controle do meio-campo. Renato identificou que a equipe sofria bastante em jogadas de contra-ataque e, por isso, orientou os volantes a atuarem de forma mais posicionada.
A ideia é reforçar a marcação na faixa central do campo e permitir que os laterais avancem com maior segurança ao ataque. Dessa forma, o time busca manter organização defensiva sem perder presença ofensiva.
Outro aspecto que tem recebido atenção especial nos treinamentos é a qualidade do passe longo. O objetivo é explorar espaços nas costas da defesa adversária, principalmente contra equipes que costumam atuar com linhas altas, como é o caso do Palmeiras.









