O Palmeiras embolsou parte dos R$ 2,7 bilhões que a Fifa distribuiu aos clubes nos últimos três anos. Esse valor corresponde ao repasse que foi feito pela entidade máxima do futebol aos times formadores por meio do mecanismo de solidariedade.
Criada em 2022, a Câmara de Compensação ficou responsável pela distribuição das cifras relacionadas ao mecanismo de solidariedade. A medida, que visa recompensar as agremiações formadoras, prevê o pagamento de 5% aos clubes responsáveis por criar e lançar os atletas para o esporte bretão.
De acordo com Gianni Infantino, presidente da federação internacional, foram repassados ao todo 520 milhões de dólares (R$ 2,7 bilhões) no período. Ainda segundo o cartola, 7,5 mil times foram contemplados – dentre os quais o Palestra, hoje um dos principais formadores do cenário mundial.
Nos últimos três anos, o Palestra faturou com o mecanismo e também garantiu uma boa renda para o futuro. Vendidos recentemente, nomes como Vitor Reis, Estêvão e Endrick, grandes prospectos da atualidade, podem colocar uma grana além da que foi feita em suas transferências nos cofres palmeirenses mais adiante.
Palmeiras virou referência na base
Conforme destacado anteriormente, o Verde é um dos maiores formadores de talento do futebol mundial na atualidade. Quando o assunto é base, o clube é uma referência, um exemplo a ser seguido.
Isso se deve ao trabalho de reformulação iniciado uma década atrás, na gestão Paulo Nobre, e que hoje dá frutos ao Maior Campeão do Brasil. Além da parte estrutural, a metodologia aplicada por João Paulo Sampaio, coordenador da base, diferencia o trabalho palmeirense dos demais.









