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Palmeiras não quis saber e comprou o 2° jogador mais perigoso do mundo

O Palmeiras contratou o segundo jogador mais perigoso do mundo em jogadas de bola aérea ofensiva. Trata-se de Flaco López, adquirido pelo clube em…

Palmeiras não quis saber e comprou o 2° jogador mais perigoso do mundo

Créditos: Donnay Medeiros/Palmeiras

O Palmeiras contratou o segundo jogador mais perigoso do mundo em jogadas de bola aérea ofensiva. Trata-se de Flaco López, adquirido pelo clube em 2022 e que vem sendo um dos grandes destaques do Maior Campeão do Brasil na atual temporada.

O CIES, observatório do futebol, fez um levantamento e elencou os atletas que mais causam prejuízo às defesas adversárias pelo alto. Flaco, que tem 1,90m de altura e possui o jogo aéreo como uma de suas características, aparece na segunda posição do ranking, com nota 98.6.

Ele só fica atrás de Erling Braut Haaland, do Manchester City, que deixa todo mundo para trás no quesito e detém a pontuação máxima: 100.0. Além do palmeirense, só Everaldo, do Fluminense, figura na lista como representante do futebol brasileiro.

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Para montar o ranking com os cem melhores jogadores de destaque na finalização de bola aérea, o CIES pegou o recorte dos últimos seis meses das principais ligas do mundo. Uma série de algoritmos foram usados para chegar nas notas.

Palmeiras tem 2º jogador mais perigoso do mundo na bola aérea; veja o Top-10:

  1. Erling Haaland: nota 100.0
  2. Flaco López: nota 98.6
  3. Ronaldo Martínez (Platense): nota 98.2
  4. Barnabás Varga (Ferencvaros): nota 97.9
  5. Alexander Sørloth (Atlético de Madrid): nota 97.4
  6. Ante Budimir (Osasuna): nota 96.3
  7. Ludovic Ajorque (Brest): nota 95.3
  8. Aurélien Scheidler (Charleroi) e Aleksandr Sobolev (Zenit): nota 95.1
  9. Everaldo: nota 94.4
  10. Artem Dzyuba (Akron Togliatti): nota 93,9
Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.