Palmeiras e Jorge Valdivia tiveram uma relação de altos e baixos ao longo das duas passagens do ex-jogador pelo clube. Dentro e fora das quatro linhas. Tanto é que as partes travaram uma briga judicial que foi finalizada em 2018, quando o Verdão aceitou um acordo para não prolongar a disputa por muito tempo.
Tudo começou em 2006, ano em que se iniciou a parceria entre o meia-atacante e o Palestra. Responsável por intermediar o negócio, a Valdivia Sports não recebeu a comissão devida na época e, por essa razão, veio a entrar com processo contra a agremiação.
O caso se desenrolou por anos nos tribunais. Até que em 2018, o Maior Campeão do Brasil topou pagar os R$ 2,2 milhões pendentes a fim de encerrar a questão e não arrastar a ação por muito anos – algo que poderia gerar um desgaste para os dois lados.
O valor foi quitado em 14 parcelas e em 2019 deixou de ser uma obrigação por parte do clube perante ao meia. Somando as duas passagens pelo Verde, o chileno disputou 240 partidas, marcou 41 gols e conquistou quatro títulos, dentre os quais o Paulistão de 2008 e a Copa do Brasil de 2012, os mais emblemáticos.
Valdivia segue preso no Chile
Já aposentado dos gramados, o ídolo da Seleção Chilena foi preso preventivamente em outubro de 2024 por acusação de violência sexual. Ficou 13 dias detido e, em seguida, foi liberado por falta de sustentação no caso.
Dias depois, o ex-palestrino foi alvo de uma nova agressão sexual e acabou sendo detido mais uma vez. Ao todo, ficou seis semanas na cadeia e deixou a penitenciária de Rancagua para ficar em prisão domiciliar, situação na qual se encontra desde então.









