O Palmeiras, comandado pela presidente Leila Pereira, garantiu vaga na final do Paulistão de 2026 ao vencer o São Paulo por 2 a 1, neste domingo (1), em Barueri. O Verdão encara o Novorizontino na decisão.
Em meio à definição, o Alviverde vive um dilema nos bastidores. Isso porque um dos principais destaques do Novorizontino é o meia Rômulo, que pertence ao Palmeiras e está emprestado ao clube do interior.
De acordo com o contrato de empréstimo, Rômulo só poderá enfrentar o Palmeiras mediante o pagamento de uma multa estipulada em R$ 1 milhão por partida. Como a final será disputada em dois jogos, o valor total pode chegar a R$ 2 milhões – caso o Novorizontino opte por utilizá-lo nos dois confrontos.
Após a reunião do conselho técnico da final, a presidente Leila Pereira foi direta ao descartar qualquer tipo de flexibilização no acordo. Segundo ela, o clube apenas fará valer o que foi previamente assinado entre as partes.
“O Palmeiras sempre cumpre o que está no contrato. Quando nós emprestamos o atleta para o Novorizontino, foi pactuada uma multa caso o jogador atue contra o Palmeiras. O Novorizontino vai ter de pagar uma multa”, afirmou a dirigente.
Leila Pereira toma decisão no Palmeiras
Com isso, a decisão agora está nas mãos do Novorizontino: abrir o bolso para contar com seu principal articulador ou abrir mão do meia nos jogos mais importantes da temporada. Para o Palmeiras, além da chance de título, a final também pode render uma bolada milionária aos cofres.
Em um primeiro momento, a tendência é de que a equipe do interior paulista não faça uma investida para utilizar Rômulo. O clube entende que o jogador é peça-chave na escalação titular, porém o valor é considerado alto.









