Segundo informações do jornalista Marcel Rizzo, colunista do ‘Estadão’, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, marcou presença em congresso da FIFA realizado na última quinta-feira (15) no Paraguai. Leila foi convidada por Ednaldo Rodrigues, chefe da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para ser a delegada da entidade.
Desta forma, a mandatária palmeirense foi a principal representante do país no evento. O congresso controu com com a presença das 211 associações filiadas à FIFA. Na pauta, estavam a votação da prestação de contas de 2024, o orçamento dos próximos anos e outros temas ligados ao futebol, incluindo o combate ao racismo.
Neste último ponto, Leila Pereira tem se mostrado defensora de uma maior punição aos envolvidos. Somente em 2025, o Palmeiras sofreu com dois episódios de racismo. O primeiro deles com o jovem atacante Luighi em jogo da Copa Libertadores Sub-20 e o segundo com torcedores paraguaios imitando macacos em direção aos palmeirenses.
Em ambos os casos, o outro clube envolvido foi o Cerro Porteño. O Palmeiras criticou a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) por considerar as punições ao clube paraguaio brandas demais. Na última semana, a FIFA aprovou mudanças no regulamento da entidade para casos de discriminação, aumentando as punições.
Em recente entrevista à CazéTV, Leila Pereira voltou a falar sobre o tema: “Engraçado que os 50 mil dólares vai para a própria Conmebol. Não vai para a vítima. O valor é ridículo e mesmo esse valor ridículo, vai para os bolsos da Conmebol. Isso é absurdo”.
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