Passados os anos, nenhum brasileiro chegou próximo de adquirir o prestígio global na Fórmula 1 assim como protagonizou Ayrton Senna. Detentor de três campeonatos mundiais, o ex-piloto chegou a receber da McLaren, cerca de US$ 1 milhão (R$ 5,4 milhões na cotação atual) por cada prova disputada.
Colocando o nome da escuderia no patamar mais elevado da modalidade, Senna faturou todos os títulos (1988, 1990 e 1991) de sua carreira com a McLaren. Contudo, no último ano, não encontrou soluções para renovar a parceria, o que contribuiu com contratos pontuais para receber por corrida realizada.
As cifras astronômicas eram sinônimo de soberania nas mais diversas curvas automobilísticas espalhadas por todo o mundo. Detentor de 41 vitórias, 65 pole positions e 80 pódios em 161 corridas, a carreira de Ayrton Senna chegou ao fim em trágico acidente.
No dia 1º de maio de 1994, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, o brasileiro acabou se chocando com a parede de contenção. Diante da gravidade da pancada, o ídolo de toda uma geração teve sua morte decretada aos 34 anos.
Em meio à comoção mundial por sua despedida, o piloto deixou seu legado pelas escuderias da Toleman, Lotus, McLaren e Williams. Foram 11 temporadas atuando no nível mais elevado da Fórmula 1, o que o projetou ao status de lenda da modalidade.
Ayrton Senna ganha “sucessor” na F1
Na atual temporada, os amantes pelo automobilismo comemoraram a promoção de Gabriel Bortoleto para as corridas de elite após faturar a Fórmula 2 e 3. Fã declarado de Ayrton Senna, o brasileiro tornou-se uma das grandes apostas da Sauber. Apesar de estar longe dos feitos da lenda, o piloto de 20 anos reconheceu a magnitude da saudosa lenda.
Talvez, algumas pessoas que não entendem muito de F1 e olham para o Senna nos anos 80 achem que você pode pegar qualquer carro e ganhar uma corrida em Mônaco na chuva. As coisas não são mais como antigamente”, disparou o brasileiro.








