O Palmeiras está prestes a promover uma atualização significativa na folha salarial. A diretoria alviverde negocia duas saídas no setor ofensivo, movimento que tem como objetivo direto abrir espaço no elenco e viabilizar a chegada de um reforço de peso para a temporada de 2026.
Uma das negociações mais avançadas envolve Facundo Torres, que está muito próximo de ser vendido ao Austin FC, dos Estados Unidos. A saída do uruguaio representa não apenas um encaixe financeiro importante com a transferência, mas também uma redução considerável nos custos mensais do elenco.
Outro nome que pode deixar o clube é Luighi, jovem atacante que recebeu propostas e é visto internamente como um ativo de mercado. O atleta está com o futuro indefinido nos bastidores do Palmeiras.
Com essas duas possíveis saídas no ataque, o Palmeiras ganha fôlego para agir no mercado. A diretoria já monitora nomes de impacto e não esconde o interesse em jogadores capazes de elevar o nível técnico do time.
Entre os alvos especulados estão Jhon Arias, atualmente no Wolverhampton, e Thiago Almada, que pertence ao Atlético de Madrid. Ambos são vistos como reforços de alto custo, tanto em valores de transferência quanto em salário, o que explica a necessidade de ajustes na folha.
Palmeiras adota estratégia no mercado
A estratégia segue o modelo adotado pelo clube nos últimos anos: responsabilidade financeira aliada à ambição esportiva. A comissão técnica entende que o elenco precisa de menos opções, porém mais decisivas, especialmente no setor ofensivo.
Caso as negociações sejam concluídas, o Palmeiras entrará em um novo cenário: folha salarial mais enxuta, elenco reequilibrado e margem para investir pesado em um nome de destaque. A “dose dupla” de saídas pode ser o passo decisivo para a chegada do reforço.









