Parceira do Palmeiras, a Puma se tornou a fornecedora de material esportivo com mais clubes na Série A do Brasileirão. O avanço, inclusive, teve um custo considerável – e quem saiu ganhando foi o Verdão.
Hoje, a marca alemã veste quatro equipes da elite nacional: Palmeiras, Bahia, Red Bull Bragantino e Fluminense. Logo atrás aparecem Adidas (com Flamengo, Cruzeiro e Internacional) e Nike (com Corinthians, Vasco e Atlético-MG).
Após fechar com a Puma em 2019, o Palmeiras teve um trunfo decisivo: exclusividade no país. Isso acabou em julho do ano passado, quando clube e fornecedora renovaram até o fim de 2028. Para encerrar a cláusula, a Puma pagou uma compensação milionária (valor não divulgado).
O Alviverde não vê problema no fim da exclusividade. Pelo contrário: o acordo rende mais de R$ 40 milhões por ano, cifra superior à recebida pelos demais clubes parceiros. A renovação é enxergada com bons olhos por Leila Pereira.
“Estamos muito felizes com a sequência da Puma como parceira de materiais esportivos do Palmeiras. Trata-se de uma empresa que vem demonstrando grande comprometimento e respeito com o nosso clube”, disse a dirigente.
Palmeiras mantém relação com a Puma
A avaliação também é positiva: as camisas tiveram boa aceitação da torcida, e a exposição internacional cresceu – especialmente após as campanhas de lançamento no Mundial de Clubes, que geraram impacto favorável.
O Palmeiras volta a campo no sábado, às 20h30 (de Brasília), contra o Capivariano, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, na Arena Barueri. A equipe alviverde estará presente com o manto da Puma e vai em busca da vitória.









