A Fifa prepara um pacote de mudanças que promete mexer com a dinâmica dos jogos a partir da Copa do Mundo de 2026. O foco principal é combater a cera, justamente um tópico sensível para o Flamengo, que conta com Agustín Rossi. O goleiro é famoso por ‘gostar’ de gastar alguns minutos a mais nas partidas.
As indicações vieram de Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da Fifa, em evento prévio ao Mundial. O dirigente revelou que a entidade pretende ampliar o rigor contra as paralisações desnecessárias por cera.
Durante a Copa Árabe, a entidade testou uma regra simples: jogadores que caírem para receber atendimento devem ficar fora de campo por dois minutos. A questão resultou em zero atendimentos médicos em oito partidas.
Collina foi direto ao afirmar que a Fifa quer acabar com as paralisações forçadas, preservando o ritmo do jogo. Nesse ponto, o Flamengo pode ser prejudicado, já que o goleiro costuma parar o jogo por ‘sentir’ lesões.
Fifa vai prejudicar o Flamengo?
A mudança pode ter impacto direto para o rival do Palmeiras, que teria que lidar com a mudança nas disputas nacionais e internacionais. Os times que dependem de cera como estratégia – como o Flamengo e seu goleiro – devem enfrentar mais dificuldades para administrar vantagens no placar.
Caso as novas regras sejam aplicadas no futebol mundial, as partidas devem ganhar mais ritmo, com menos paralisações e menos tolerâncias para atos antidesportivos. A medida recebe apoio do técnico Abel Ferreira, do Palmeiras.
Enquanto isso, a diretoria palmeirense fica atenta com as possíveis novas modificações que estão em estudo na Fifa.









