O investimento do Palmeiras em Vitor Roque colocou o atacante entre os jogadores mais bem pagos do elenco, com salário na casa dos R$ 2 milhões mensais. No entanto, ele não está sozinho nesse patamar e recebe comparações com Luiz Henrique, do Zenit.
O centroavante também recebe valores próximos aos R$ 2 milhões por mês, o que o coloca em um grupo seleto e reforça o tamanho do desafio para clubes brasileiros que desejam repatriá-lo. O Palmeiras, inclusive, desponta como um dos interessados.
Nos bastidores, tanto o Palmeiras quanto o Flamengo monitoram a situação do atacante visando a próxima janela de transferências. O nome agrada por características técnicas e potencial de impacto imediato, mas a operação é vista como extremamente complexa.
O primeiro grande obstáculo é justamente o salário. Para trazer Luiz Henrique de volta ao Brasil, seria necessário igualar ou ao menos se aproximar dos vencimentos atuais, algo que exige um esforço financeiro significativo, mesmo para clubes com alto poder de investimento.
Palmeiras tem impasse por Luiz Henrique
Além disso, há a questão da negociação com o Zenit. O clube russo estipulou um valor considerado elevado para liberar o jogador: cerca de 40 milhões de euros, o equivalente a aproximadamente R$ 242 milhões. A cifra torna qualquer tratativa ainda mais difícil e afasta a possibilidade de um acordo.
Diante desse cenário, o futuro de Luiz Henrique segue indefinido. Apesar do interesse de gigantes brasileiros, os altos custos envolvidos fazem com que o negócio dependa de uma equação financeira complexa para sair do papel.









