O debate sobre salários de treinadores voltou ao centro do futebol brasileiro no início deste ano. A renovação de Filipe Luís com o Flamengo movimentou os bastidores e gerou comparações inevitáveis, incluindo com Abel Ferreira no Palmeiras.
Filipe Luís ampliou seu contrato após uma sequência vitoriosa no comando rubro-negro. Em pouco mais de um ano, acumulou títulos relevantes e ganhou prestígio no mercado. A valorização financeira foi proporcional aos resultados obtidos.
O novo acordo coloca o treinador entre os mais bem pagos do país. Filipe passa a receber cerca de R$ 2,1 milhões por mês, valor bem superior ao salário anterior. A mudança chama atenção pela rápida ascensão do ex-lateral como técnico.
No entanto, o topo do ranking nacional continua ocupado por Abel Ferreira. No Palmeiras desde 2020, o português recebe cerca de R$ 3 milhões mensais. O salário reflete não apenas títulos, mas a longevidade e a regularidade do trabalho.
Abel construiu no Verdão uma das trajetórias mais vencedoras do futebol brasileiro recente. Libertadores, Brasileiros, Copa do Brasil e Paulistas sustentam sua posição privilegiada. A diretoria alviverde sempre tratou sua permanência como prioridade estratégica.
Abel Ferreira supera Filipe Luís
Logo atrás de Abel aparece Tite, que acertou retorno ao futebol nacional pelo Cruzeiro. O ex-treinador da Seleção receberá aproximadamente R$ 2,5 milhões mensais. Filipe Luís fecha o top 3 entre os técnicos mais bem pagos.
A lista ainda conta com nomes experientes como Dorival Júnior e Jorge Sampaoli. Os valores, embora elevados para o padrão brasileiro, não são oficialmente divulgados. As cifras são apuradas por fontes do mercado esportivo.
Mesmo assim, os salários no Brasil estão distantes do cenário europeu. Técnicos como Diego Simeone e Pep Guardiola recebem cifras muito superiores. O contraste evidencia a diferença financeira entre os continentes.
No Palmeiras, Abel Ferreira segue como símbolo de estabilidade e ambição esportiva. Seu salário, mais alto do país, representa investimento em continuidade. Para o torcedor alviverde, o retorno dentro de campo justifica cada centavo.









