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Direção bate o martelo e Palmeiras fatura R$ 70 milhões

O Palmeiras publicou na última quinta-feira (1) o balancete do mês de julho. De acordo com os números divulgados, o clube teve superávit de…

Direção bate o martelo e Palmeiras fatura R$ 70 milhões

Palmeiras fecha julho com superávit. Imagem: Divulgação.

O Palmeiras publicou na última quinta-feira (1) o balancete do mês de julho. De acordo com os números divulgados, o clube teve superávit de R$ 68 milhões e, no acumulado de 2022, está no azul com R$ 37 milhões. 

Segundo a previsão orçamentária, era esperado que o Verdão chegasse ao fim do mês de julho com déficit de R$ 6 milhões e uma receita de R$ 368 milhões.

O valor total da receita acumulada também ficou bem acima do que foi planejado: R$ 475 milhões. Só no mês de julho, o Palmeiras recebeu cerca de R$ 129 milhões.

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Essa alta na arrecadação do clube se deveu, em grande parte, às transferências de jogadores: R$ 88 milhões. As vendas de Gabriel Veron para o Porto, de Portugal, Miguel Borja para o River Plate, da Argentina e Gabriel Jesus para o Arsenal, da Inglaterra, encheram os cofres do Palestra.

Os valores também superaram as expectativas nas bilheterias. Eram previstos R$ 3,4 milhões para o mês. Com a presença em peso do torcedor no Allianz Parque, o Verdão chegou a R$ 8,9 milhões.

No Avanti, o orçado era R$ 2,9 milhões. Mas, devido ao grande número de adesões, o valor foi de R$ 4,8 milhões. 

Palmeiras se recuperou do mês de junho

No sexto mês do ano, o Alviverde fechou no vermelho, com déficit de R$ 46 milhões. Isso em grande parte devido às compras dos atacantes Miguel Merentiel e José Manuel López.

Para evitar o rombo financeiro, a presidente Leila Pereira optou por adiantar receitas, entre elas valores de patrocínio por parte da Crefisa que estavam previstos para serem pagos mais adiante.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.