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Carlos Miguel assinou contrato com o São Paulo 

Carlos Miguel fechou compromisso com o São Paulo. Cria das categorias de base do Grêmio, o meia-atacante assinou contrato para defender as cores da…

Carlos Miguel assinou contrato com o São Paulo 

Créditos: Gabriel Ambrós / São Paulo FC

Carlos Miguel fechou compromisso com o São Paulo. Cria das categorias de base do Grêmio, o meia-atacante assinou contrato para defender as cores da agremiação do Morumbi depois de fazer história no Tricolor do Rio Grande do Sul e também escreveu seu nome no Tricolor Paulista.

Do Grêmio, Carlos passou brevemente pelo Sporting, de Portugal, time no qual não conseguiu conquistar seu espaço. De volta ao futebol brasileiro, acertou com o SP e logo de cara foi campeão paulista em 1998. Em 2000, voltou a fazer parte da conquista do campeonato estadual e no ano seguinte faturou o Rio-São Paulo.

O ano de 2001 foi especial na carreira do meio-campista. As boas atuações na equipe tricolor lhe renderam a convocação para representar a Seleção Brasileira na Copa das Confederações sob o comando de Emerson Leão. Ao todo, foram cinco jogos disputados com a camisa amarelinha e um gol marcado.

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Carlos jogou 187 partidas pelo SP e balançou as redes em 18 oportunidades. Após a passagem pelo Morumbi, o atleta jogou brevemente no Internacional, retornou ao Grêmio e encerrou a trajetória nos gramados no Corinthians de Alagoas, entre 2005 e 2007.

Carlos Miguel fez história no Grêmio

A nível coletivo e de conquistas, o período de Grêmio foi o mais importante da carreira do meia-atacante. Carlos disputou 327 jogos, marcou 52 gols e conquistou oito títulos pelo clube gaúcho, dentre os quais a Copa Libertadores de 1995.

Formado nas categorias de base tricolores, ele passou a ganhar maior destaque sob o comando de Luiz Felipe Scolari e deixou seu nome marcado na história da instituição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.