A diretoria do Palmeiras tem tentado um acordo com o Zenit, da Rússia, pela contratação do zagueiro Nino. O problema é que o clube de São Petersburgo é conhecido por fazer jogo duro nas negociações, muito por conta do seu alto poder de investimento graças ao patrocínio da empresa estatal de gás, a Gazprom.
Com bilhões de investimento nos últimos anos, o Zenit se coloca como um negociador difícil, que busca jogadores no mercado brasileiro, mas que dificilmente aceita perdê-los de volta. Tem sido dessa forma no caso de Nino, que pretende voltar ao Brasil ainda nesta temporada.
Além de Nino, o Zenit também tem ganhado as manchetes da imprensa esportiva do Brasil por não aceitar um acordo pelo meia Gerson, alvo do Cruzeiro. Anos atrás, tomou atitudes parecidas em relação aos meias Claudinho e Wendell, que negociaram com times brasileiros e não foram liberados.
Palmeiras vê barreira russa pela contratação de Nino
No caso de Nino, o Palmeiras sondou a situação do jogador em mais de uma oportunidade nas últimas semanas, mas recebeu a resposta de que o zagueiro não está à venda. O Zenit não pensa em negociar o defensor e deixou claro que ele seguirá no elenco para o restante da temporada.
Com um longo contrato até o fim de 2028, Nino confidenciou a pessoas próximas que não vai forçar uma saída do Zenit, por mais que veja com bons olhos a chance de jogar de novo no Brasil. O atleta também foi alvo de outros rivais do Verdão, como Cruzeiro, Flamengo e Fluminense, seu antigo clube.









