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Técnico mal chegou ao Inter e pediu jogador do Palmeiras como reforço

Recém-chegado ao Internacional, o técnico Paulo Pezzolano já elaborou sua lista de reforços visando a temporada de 2026. A pedido do uruguaio, o time…

Técnico mal chegou ao Inter e pediu jogador do Palmeiras como reforço

Créditos: Ricardo Duarte/Internacional

Recém-chegado ao Internacional, o técnico Paulo Pezzolano já elaborou sua lista de reforços visando a temporada de 2026. A pedido do uruguaio, o time gaúcho pode vir buscar no Palmeiras o atacante Bruno Rodrigues para compor o plantel.

Segundo informações da Zero Hora, o jogador de 28 anos agrada ao novo treinador colorado. Ambos trabalharam juntos no Cruzeiro. As passagens pela Raposa foram positivas tanto para o comandante quanto para o comandado.

Diante disso, a diretoria vermelha buscou saber a respeito da situação do atleta no Allianz Parque. Bruno vem tendo o futuro no clube discutido por conta do desempenho ruim ao retornar de lesão e da recente pisada de bola.

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O camisa 11 foi flagrado jogando um campeonato amador em sua cidade natal, Ceará-Mirim, e irritou a cúpula palmeirense. Apesar disso, uma saída só acontecerá nesta janela se o Palestra contratar uma outra peça para o setor ofensivo.

Bruno Rodrigues não vingou no Palmeiras

Apesar das expectativas criadas quando de sua contratação, devido ao bom desempenho no Cruzeiro, Bruno não conseguiu corresponder dentro de campo no Verde.

É bem verdade que as duas graves lesões sofridas de 2024 para cá atrapalharam e muito a vida do atacante. Mas ele não conseguiu responder à altura ao retornar do DM.

Não por acaso, terminou a temporada como um dos principais alvos das críticas da torcida que canta e vibra. Ao todo, disputou 13 partidas vestindo o manto palestrino e balançou as redes adversárias duas vezes.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.