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Palmeiras não brinca em serviço e está garantido no Mundial de Clubes

Campeão de duas das três últimas edições da Copa Libertadores, o Palmeiras pode ser um dos participantes do novo Mundial de Clubes da Fifa.…

Palmeiras não brinca em serviço e está garantido no Mundial de Clubes

Foto: Reprodução/Twitter Fifa.

Campeão de duas das três últimas edições da Copa Libertadores, o Palmeiras pode ser um dos participantes do novo Mundial de Clubes da Fifa. A entidade máxima do futebol pretende colocar em prática o novo formato do torneio a partir de 2025.

O critério de classificação para a competição, no entanto, ainda é uma incógnita. Anteriormente, a federação tinha o plano de fazer um campeonato com 24 times, onde seis das vagas ficariam com a América do Sul.

Agora, considerando a ampliação do torneio para 32 equipes, é possível que o número de vagas para o continente aumente. A Conmebol, por exemplo, deseja mais dois lugares, ou seja, oito no total. As organizações envolvidas ainda conversarão a respeito do critério classificatório.

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Por enquanto, a nova competição tem mais questionamentos do que respostas conclusivas. Nem mesmo a sede é uma certeza. Cogita-se que EUA e/ou México e Canadá, sedes da próxima Copa do Mundo, possam ser também os locais do Mundial.

Palmeiras ficou próximo do bimundial

Em 2021, o Verdão, campeão da Liberta, disputou a final do Mundial de Clubes com o Chelsea, então vencedor da Liga dos Campeões da Europa.

O Alviverde resistiu bravamente e chegou vivo até o fim da prorrogação, quando sofreu o 2 a 1, de pênalti, faltando três minutos para o apito final. O clube ficou muito perto de pintar o planeta de verde e branco novamente, assim como fez em 1951.

Na edição anterior, em 2020, os comandados de Abel Ferreira haviam chegado esgotados para a disputa da competição e acabaram com a amarga quarta colocação.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.