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Palmeiras disputa com clube bilionário fabuloso prodígio

O Palmeiras já começa a visualizar com mais clareza no horizonte o ano de 2025. De olho em possíveis reforços para qualificar o elenco…

Palmeiras disputa com clube bilionário fabuloso prodígio

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras já começa a visualizar com mais clareza no horizonte o ano de 2025. De olho em possíveis reforços para qualificar o elenco do técnico Abel Ferreira, o Verdão monitora alguns nomes no mercado da bola. Um dos jogadores observados, porém, também interessa a outros clubes e a concorrência envolve até um que pertence a um bilionário.

Segundo informação do jornalista Rogério Scarione, o Alviverde ganhou a concorrência do Cruzeiro na briga pela contratação do meia-atacante Lucas Ronier, de 19 anos de idade. O time mineiro, que agora conta com o poderio financeiro do bilionário Pedro Lourenço, o Pedrinho, é mais uma a entrar no páreo pelo jovem.

Além dos brasileiros, europeus também acompanham de perto a situação da revelação do Coxa Branca – a preferência do garoto, inclusive, seria por uma transferência para o Velho Continente. Grande destaque da equipe na Série B deste ano, ele tem contrato com a agremiação paranaense até dezembro de 2027.

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O Coritiba quer fazer de Ronier a maior venda de sua história. Ou seja, o clube não deve aceitar menos do que os 8 milhões de euros (R$ 41,6 milhões) recebidos do Feyenoord, da Holanda, para liberar Igor Paixão.

Palmeiras busca reforços para o ataque

Uma das prioridades do Verde visando a temporada que vem é reforçar o setor ofensivo do plantel. Estêvão, por exemplo, sairá após a disputa do Super Mundial de Clubes e é uma baixa certa para o segundo semestre.

Dudu e Lázaro vivem indefinição quanto às suas permanências e Bruno Rodrigues ainda é uma incógnita. Por isso, a diretoria deve ir ao mercado atrás de reforços para o ataque.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.