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Nova profissão do Goleiro Marcos vai ter surpreender

Um dos maiores nomes da história da Sociedade Esportiva Palmeiras, o goleiro Marcos resolveu seguir um caminho diferente depois de pendurar as luvas. Diferentemente…

Um dos maiores nomes da história da Sociedade Esportiva Palmeiras, o goleiro Marcos resolveu seguir um caminho diferente depois de pendurar as luvas. Diferentemente de muitos ex-jogadores, o ídolo palestrino optou pela atuação no ramo empresarial, mais precisamente no ramo da cerveja.

Marcão é dono da Camisa 12, empresa fundada em 2017, em Ribeirão Preto, em parceria com a cervejaria Walfänger. O nome da marca, não por acaso, carrega a numeração da camisa com a qual o pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira fez história vestindo o manto do Verdão.

Logo no ano de lançamento, a marca fez um grande sucesso. O clube de assinatura, chamado “Clube 12”, vendeu 1.000 kits de cerveja nas primeiras 24h. Na primeira semana, o faturamento registrado foi de R$ 3 milhões. Em 2021, os produtos começaram a ser comercializados em bares, restaurantes e supermercados.

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Segundo o ídolo, a ideia é fazer da bebida “a cerveja oficial do futebol”. “Dizemos sempre que a cerveja 12 é mais que só cerveja. Queremos que ela seja reconhecida como a cerveja oficial da resenha e do futebol. Para isso, precisamos levar uma experiência que vai além de um excelente produto”, declarou Marcão.

Goleiro Marcos segue sendo uma voz ativa do Palmeiras

Apesar de ter se afastado da mídia, Marcão segue sendo uma voz palmeirense ativa nas redes sociais. Em seus perfis, em especial no Instagram, o ex-goleiro está sempre dando seus pitacos e sentimentos em relação ao que acontece com o Verdão.

Um dos maiores ídolos da história da SEP, São Marcos disputou 532 partidas vestindo o manto palestrino e conquistou 11 títulos, dentre os quais o da Copa Libertadores da América de 1999.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.