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Melancias se ajeitam no caminhão e destino de Cuca deverá ser este

Após deixar o comando do Corinthians, o técnico Cuca deverá se manter afastado do futebol durante um tempo. O foco do treinador será tentar…

Melancias se ajeitam no caminhão e destino de Cuca deverá ser este

Foto: Marcos Ribolli.

Após deixar o comando do Corinthians, o técnico Cuca deverá se manter afastado do futebol durante um tempo. O foco do treinador será tentar provar sua inocência perante a Justiça Suíça, que o condenou por estupro em 1987, fato esse que foi determinante para saída dele do Alvinegro de Itaquera.

Alexi Stival contratou um escritório de advocacia na Suíça para tentar provar que é inocente. Na coletiva de imprensa quando foi anunciado pelo Corinthians, ele falou sobre o assunto e garantiu que não cometeu crime algum e que a vítima sequer o teria reconhecido.

Poucos dias depois, em declaração ao Uol, o advogado de defesa desmentiu o treinador, afirmando que a vítima não só o reconheceu como foi encontrado sêmen do então atleta no corpo da menina.

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Quando jogador, ele e outros três atletas do Grêmio foram condenados pela Justiça do país europeu por estupro de uma garota de 13 anos de idade. Os jogadores a teriam levado para um quarto de hotel em Berna, onde teriam violentado sexualmente a vítima.

Lá, os brasileiros ficaram presos durante 30 dias e foram liberados para retornar para cá. Dois anos depois, os quatro foram condenados a 15 meses de prisão. Como o Brasil não extradita seus cidadãos, eles nunca cumpriram a pena. 

Corinthians acreditou em Cuca

Antes de fechar com o treinador, a diretoria do clube do Parque São Jorge consultou os departamentos jurídico e de compliance, que avalizaram a contratação do profissional. A agremiação teria tido acesso a documentos e, por isso, confiado na versão dele.

Os torcedores alvinegros, no entanto, não aceitaram a defesa do técnico e o pressionaram desde o início, não aceitando que ele comandasse o time diante do histórico já mencionado.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.