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Luxemburgo crava o Palmeiras como o clube mais difícil de trabalhar

Vanderlei Luxemburgo, sem dúvidas, é um dos maiores treinadores da história do futebol brasileiro. O técnico já trabalhou nas principais equipes do país, além…

Luxemburgo crava o Palmeiras como o clube mais difícil de trabalhar

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Vanderlei Luxemburgo, sem dúvidas, é um dos maiores treinadores da história do futebol brasileiro. O técnico já trabalhou nas principais equipes do país, além de ter passado por Seleção Brasileira e Real Madrid, e viveu todos os tipos de cenários. Mas, segundo ele, nada se compara ao que viveu no Palmeiras.

Em entrevista ao canal Benja Me Mucho, do apresentador Benjamin Back, o professor afirmou que o Verdão é o clube mais difícil no qual trabalhou. Para o multicampeão, nada se compara com a pressão colocada pela torcida que canta e vibra, que ao menor sinal de instabilidade já exige mudança.

“O Palmeiras tem uma torcida que ela te cobra muito por qualquer instabilidade. É uma torcida muito exigente”, disse Luxa, sem pensar duas vezes.

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O professor tem propriedade para falar. Afinal, foram cinco passagens pelo Palestra no decorrer das últimas três décadas. Ele pegou a época do antigo Parque Antarctica e a era Allianz Parque. Viveu momentos bons e momentos ruins com os times dentro de campo e com a torcida fora dele.

Luxemburgo saiu em defesa de Abel Ferreira

Ao mencionar a exigência fora do comum dos palestrinos, Luxa lembrou de alguns pedidos recentes de demissão de Abel Ferreira. Na visão do treinador, trata-se de uma insanidade e que o trabalho do português é fantástico.

“Torcedor (questionar), tudo bem. Vi pessoas da imprensa falar que o tempo do Abel já está terminando no Palmeiras. Tá de brincadeira, cara. O percentual do Abel é fantástico. Ele não ganhou esse ano, mas não tenho dúvida que, com a estrutura que tem, estará no ano que vem disputando as competições para ganhar”, acrescentou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.