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Kléber Gladiador aponta quem é melhor entre Dudu e Edmundo

Kléber Gladiador participou do podcast Benja Me Mucho, de Benjamin Back. O ex-jogador do Verdão e atual comentarista foi colocado em uma saia justa…

Kléber Gladiador aponta quem é melhor entre Dudu e Edmundo

Kléber Gladiador participou do podcast Benja Me Mucho, de Benjamin Back. O ex-jogador do Verdão e atual comentarista foi colocado em uma saia justa pelo apresentador e teve que escolher o melhor entre Dudu e Edmundo.

Esse debate dos camisas 7 palestrinos existe há algum tempo e gera certa polêmica. Kléber, no entanto, não titubeou e apontou preferência pelo Animal, apesar de ter jogado ao lado de Eduardo. Ele assumiu seu saudosismo e argumentou que o ex-atleta se destacou o que, em sua opinião, foi a melhor época do futebol brasileiro, os anos 1990.

“Eu adoro o Dudu, joguei com ele no Cruzeiro e no Grêmio. Dudu é um dos maiores ídolos do Palmeiras, com certeza. Mas, eu sou muito saudosista. Para mim, a melhor época do futebol brasileiro foi a década de 90. Foi a época que comecei amar futebol. Então, salvaria o Edmundo por causa disso”, iniciou.

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Além da memória afetiva, o Gladiador admirava a personalidade do Animal. “Eu amo o Edmundo, Edilson, Paulo Nunes, Romário, Viola, Renato Gaúcho… amava esses caras por causa do estilo. E o Edmundo jogava muito, provocador, gostava de bagunça, zoava. E eu gostava dessa época”, finalizou.

Kléber Gladiador criou identificação com o Palmeiras

Ao todo, o atacante somou duas passagens não muito longas pelo Verde, a primeira entre 2008 e 2009 e a segunda entre 2010 e 2011. No primeiro período, fez parte da conquista do Paulistão de 2008, enquanto no segundo pegou uma fase mais complicada do clube.

Embora os números não sejam expressivos, Kléber criou uma forte identificação com a torcida que canta e vibra e se declara um torcedor palestrino, apesar de ter sido formado no São Paulo e ter tido um passado corintiano.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.