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Fernando Prass revela quem foi goleiro entre Goleiro Marcos e Rogério Ceni

Fernando Prass deu o seu pitaco na velha disputa entre os ídolos de Palmeiras e São Paulo, Marcos e Rogério Ceni. O também ídolo…

Fernando Prass revela quem foi goleiro entre Goleiro Marcos e Rogério Ceni

Foto: Cesar Greco

Fernando Prass deu o seu pitaco na velha disputa entre os ídolos de Palmeiras e São Paulo, Marcos e Rogério Ceni. O também ídolo palestrino evitou entrar em polêmica e exitou em escolher um lado. Mas, em contrapartida, apontou uma leve preferência pelo eterno camisa 12 do Palestra Itália.

Durante o programa Benja Me Mucho, o apresentador Benjamin Back questionou quem o ex-arqueiro salvaria se estivesse na beira de um penhasco. Prass exitou em um primeiro momento, porém logo depois indicou sua preferência:.“Eu renovo o contrato do Marcão”, afirmou.

Em seguida, Fernando destacou as qualidades de cada um dos goleiros do pentacampeonato do mundo da Seleção, cada um com características diferentes: Dida com sua frieza, Ceni com a qualidade com a bola nos pés e Marcão com sua explosão. Naquela época, em 2002, bastava “jogar a camisa para cima” para definir o titular.

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“Ali tu jogava a camisa pra cima e cada um com suas características. O Dida com aquela frieza, o Rogério com o jogo dos pés e o Marcos com a explosão. Estes três eram grandes goleiros”, acrescentou Prass.

Fernando Prass fez história no Palmeiras

Assim como Marcão, Prass sabe muito bem o que é defender a meta palmeirense. Afinal, dedicou sete anos de sua vida ao Maior Campeão do Brasil, no período entre 2013 e 2019. 

Ao todo, foram 274 partidas disputadas vestindo o manto palestrino e quatro títulos conquistados, dentre os quais consta a emblemática campanha vitoriosa da Copa do Brasil de 2015, que foi fechada com um gol de pênalti dele.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.