⌕
★ Notícias do Palmeiras

Ex-Palmeiras foi assaltado e agora conseguiu seu carro de volta no Rio de Janeiro

O ex-centroavante Donizete Pantera, que teve passagem pelo Palmeiras, foi assaltado no último fim de semana e teve seu carro roubado no Rio de…

Ex-Palmeiras foi assaltado e agora conseguiu seu carro de volta no Rio de Janeiro

Foto: Divulgação.

O ex-centroavante Donizete Pantera, que teve passagem pelo Palmeiras, foi assaltado no último fim de semana e teve seu carro roubado no Rio de Janeiro. O veículo do jogador, no entanto, foi recuperado pelos agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA).

No último sábado (1), Donizete estava com familiares dentro do carro e se deslocava para a comemoração do aniversário de sua mãe, em Bonsucesso, quando foi parado na Avenida Brasil por homens armados de fuzil, que levaram o automóvel.

Após o ocorrido, o atacante usou as redes sociais para pedir ajuda. O carro, um modelo Range Rover, está avaliado em mais de R$ 500 mil e não tinha seguro, uma vez que seria vendido por ele.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Depois da busca por parte dos agentes da DRFC e da DRFA, o carro foi encontrado na região da Comunidade Fogo Cruzado, no Complexo da Maré. Além do Verdão, o folclórico ex-atleta de 54 anos defendeu as cores de diversas equipes, como Vasco, Botafogo e Corinthians.

Jogador teve breve passagem pelo Palmeiras

O tempo de Donizete vestindo o manto palestrino foi curto. Em 2001, o centroavante disputou apenas nove partidas pelo clube e marcou um gol, na derrota do Alviverde para o Corinthians pelo Brasileirão daquela temporada.

No cenário nacional, o Pantera se destacou mais atuando pelo rival do Verdão e pelo Vasco da Gama. No futebol mexicano atuou pelo Estudiantes Tecos, agremiação que mais defendeu ao longo da carreira. Também vestiu a amarelinha em nove oportunidades, entre 1995 e 1998.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.