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Enquanto Abel Ferreira ganha R$ 3 milhões no Palmeiras, Ancelotti ganha muita mais na Seleção Brasileira

Técnico mais bem pago do futebol sul-americano, Abel Ferreira ganha nada menos que R$ 3 milhões mensalmente no Palmeiras. Um valor para lá de…

Enquanto Abel Ferreira ganha R$ 3 milhões no Palmeiras, Ancelotti ganha muita mais na Seleção Brasileira

Créditos: @rafaelribeirorio l CBF

Técnico mais bem pago do futebol sul-americano, Abel Ferreira ganha nada menos que R$ 3 milhões mensalmente no Palmeiras. Um valor para lá de considerável, mas que parece ser menos do que é se comparado com o que recebe Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira.

Ao assinar compromisso com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o italiano garantiu 10 milhões de euros por ano (R$ 63,21 milhões, na cotação da época). É o mesmo que R$ 5,3 milhões por mês ao longo de um ano à frente do selecionado canarinho.

As cifras são parecidas com o que o multicampeão recebia no Real Madrid e representam quase o dobro do que Abel fatura no Maior Campeão Nacional. Isso sem contar a bela premiação prevista em contrato caso ganhe o título da Copa do Mundo de 2026.

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Se o Brasil for hexa no ano que vem, Carletto embolsará mais 5 milhões de euros (R$ 31,61 milhões) além do salário. O contrato firmado entre o treinador e a federação brasileira é válido até o fim do Mundial. Depois, as partes vão sentar para conversar a respeito do futuro.

Abel Ferreira recusou salário milionário para ficar no Palmeiras

Abel está longe de ganhar mal. Mas o português poderia embolsar muito mais caso aceitasse a proposta do Al-Hilal. De acordo com o jornalista Jorge Nicola, o time saudita ofereceu o equivalente a R$ 10,6 milhões por mês ao comandante palestrino.

O lusitano recusou a investida feita antes do Super Mundial. Diante da resposta negativa, os sauditas foram atrás de Simone Inzaghi e fecharam com o ex-Inter de Milão.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.