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Deyverson pega a torcida do Palmeiras de surpresa e decide “trair” o clube

O centroavante Deyverson não esconde o sentimento que tem por Palmeiras e Vasco da Gama e sempre que pode reafirma o carinho que tem…

O centroavante Deyverson não esconde o sentimento que tem por Palmeiras e Vasco da Gama e sempre que pode reafirma o carinho que tem pelos clubes. Mas, entre o que jogou e aprendeu a amar e o time de coração desde criança, o jogador fica com o sentimento mais antigo, o Cruzmaltino.

Em entrevista ao Canal do Amaury, no YouTube, o atacante do Cuiabá foi questionado sobre qual dos dois escolheria e justificou bem seu ponto de vista favorável a agremiação carioca, afinal ele é natural do Rio de Janeiro.

“(Escolheria o) Vasco. Todo palmeirense sabe que eu tenho um amor imenso pelo Palmeiras, vivi coisas maravilhosas, a torcida tem um grande carinho por mim… mas é Vasco na pelada. É um futebol de amigos, meu time é Vasco e o time dele é o Palmeiras. Não é nada demais, amo vocês todos, palmeirenses”, declarou.

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Deyvinho, como carinhosamente é chamado pela torcida que canta e vibra, fez palestrinos e vascaínos com apenas um gol, o da final da Libertadores de 2021. Com o tento, decretou o tricampeonato da América do Verdão sobre o Flamengo, maior rival da equipe de São Januário.

Deyverson segue dando alegrias aos palmeirenses

Mesmo hoje sendo atleta do Cuiabá, o centroavante continua fazendo a torcida que canta e vibra feliz. Recentemente, ele fez o gol de empate por 1 a 1 do Dourado contra o Corinthians na Neo Química Arena, pelo Brasileirão.

A alegria alviverde só não foi completa porque os donos da casa conseguiram igualar o marcador no fim da peleja. De toda forma, o resultado foi ruim para o time de Itaquera, que briga contra o rebaixamento.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.