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Corinthians trouxe proposta para assinar com o Goleiro Marcos

Marcos no Corinthians? Essa transferência inimaginável para o torcedor palmeirense quase aconteceu. Em entrevista ao podcast PodPorco, o eterno camisa 12 do Verdão revelou…

Corinthians trouxe proposta para assinar com o Goleiro Marcos

Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Marcos no Corinthians? Essa transferência inimaginável para o torcedor palmeirense quase aconteceu. Em entrevista ao podcast PodPorco, o eterno camisa 12 do Verdão revelou que recebeu proposta do rival de Itaquera em 2005, se reuniu com dirigente do clube e que o Alviverde estava disposto a vendê-lo.

“Teve (proposta), teve. Eu fui em uma reunião com o Kia (Joorabchian, representando a MSI). É aquela história: o Palmeiras também precisava vender e era um jeito de levantar um dinheiro na época”, disse o ex-goleiro palestrino.

Um dos maiores ídolos da história da SEP, Marcão não queria sequer escutar a oferta corintiana. Contudo, diante da vontade dos dirigentes palmeirenses em vendê-lo de qualquer jeito, o arqueiro afirmou que não ficaria se humilhando para permanecer.

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O palestrino seria negociado com o Benfica, de Portugal, e depois retornaria ao Brasil para atuar no Alvinegro. Porém, não seguraria a bronca das cobranças sozinho e ameaçou expor as condições da transferência, que, no fim das contas, não aconteceu.

“Já tinha visto um monte de coisa, de traíra… os caras falavam que ia tocar a sirene do Parque São Jorge, e eu: ‘Deus que me livre’ (risos). Queria nem pensar em um negócio desses, ia ter que andar de carro blindado”, completou o goleiro de forma bem-humorada.

Corinthians rejeitou Marcos

Antes de fazer teste e ser aprovado no Alviverde, Marcão fez uma peneira na equipe do Parque São Jorge e foi rejeitado. Quisera o destino que o goleiro se tornasse um dos símbolos do maior rival do time de Itaquera e ainda por cima um dos maiores algozes do clube na década de 1990.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.