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Corinthians passa dos limites e pode perder a coisa mais preciosa do clube

O Corinthians entrou na Justiça para ter assegurado o direito de continuar utilizando seu hino. O clube teme ter complicações futuras com uma editora…

Corinthians passa dos limites e pode perder a coisa mais preciosa do clube

Imagem: Nathalia Costa/UOL.

O Corinthians entrou na Justiça para ter assegurado o direito de continuar utilizando seu hino. O clube teme ter complicações futuras com uma editora e representantes do autor da música e, por isso, entrou com a ação.

O processo foi aberto em novembro do ano passado na 30ª Vara Cível de São Paulo e ainda não teve conclusão. A ação é contra a Editora Musical Corisco, que diz ter assinado um contrato com o compositor Lauro D’Avila, em 1969, e contra a Musiclave Editora Musical, representante dos herdeiros do autor.

A ação do time do Parque São Jorge tem como intuito evitar situações como a que ocorreu em 2011. Na ocasião, o clube recebeu notificação extrajudicial da parte da Musiclave pelo hino ter sido tocado em uma propaganda da TV Band.

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O episódio de 2011 não gerou complicações, mas despertou um alerta nos corintianos, que querem oficializar o “Campeão dos Campeões” como sua propriedade, sem ter que pedir permissão ou pagar para utilizá-lo.

Corinthians tem encontro marcado com o Verdão

Um dos momentos mais aguardados por corintianos e palmeirenses todos os anos é, sem dúvidas, o encontro dos rivais dentro de campo – que geralmente é pelo Campeonato Paulista.

O primeiro Dérbi de 2023 está previsto para acontecer no dia 16 de fevereiro, quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, jogo válido pela nona rodada do Paulistão.

O retrospecto recente do clássico anima mais palestrinos que alvinegros. Dos últimos dez embates, o Alviverde levou a melhor em seis, perdeu somente um e houve um empate. No ano passado, o Verdão venceu as três partidas disputadas contra o rival.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.