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Como foi a passagem de Alex Cabeção pelo Palmeiras?

Alex Cabeção foi um dos maiores meia-atacantes do futebol brasileiro. Por onde passou, o ex-jogador fez história, com seu talento, jogadas diferentes e números…

Alex Cabeção foi um dos maiores meia-atacantes do futebol brasileiro. Por onde passou, o ex-jogador fez história, com seu talento, jogadas diferentes e números de dar inveja a muito atacante. Isso ficou evidente na passagem dele pelo Palmeiras, um dos clubes que mais se identificou ao longo de sua trajetória nos gramados e conquistou idolatria.

Ao todo, Cabeça somou três passagens pelo antigo estádio do Palestra Itália. Na primeira, de 1997 a 1999, foram 166 jogos disputados, 49 gols e 34 assistências. Na segunda (2000 – 2001) foram 60 partidas, 24 tentos e 34 assistências. Já na terceira e última, em 2002, foram somente 15 duelos jogados, cinco bolas na rede e um passe para gol.

Desta forma, no total, o ex-camisa 10 vestiu o manto palestrino em 241 oportunidades, colocou a bola no barbante 78 vezes e deu 56 passes para os companheiros marcarem. Esses desempenhos, obviamente, contribuíram e muito nos quatro títulos conquistados por ele no clube.

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O ídolo palestrino ergueu as taças da Copa do Brasil e da Mercosul, ambas em 1998, da Libertadores da América de 1999, e do Torneio Rio-São Paulo de 2000. Em especial na Liberta de 99, um dos troféus mais importantes da história da instituição, ele brilhou e foi parte fundamental na conquista.

Alex Cabeção de volta? Ídolo esteve no clube

Na última segunda-feira (15), o ex-meia surpreendeu ao ser fotografado durante treinamento do Alviverde na Academia de Futebol. Ele ficou toda a semana no centro de treinamento buscando aperfeiçoamento na nova função à beira do gramado.

O craque, agora treinador, passou o período com profissionais do Verdão, tanto comissão técnica quanto diretoria, para trocar experiências. Recentemente ele deixou o comando do Avaí.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.