As comparações entre brasileiros e europeus têm dado o que falar desde o início do Super Mundial de Clubes, nos Estados Unidos. Os times canarinho têm surpreendido as equipes do Velho Continente não só na bola jogada e na aplicação tática, mas também na intensidade colocada em cada partida.
O que acaba levantando o questionamento a respeito de quem está correndo mais até este momento nos gramados estadunidenses. Afinal, muitas vezes o argumento da intensidade é usado para colocar a forma de se jogar futebol na Europa acima do jeito brasileiro e de todo o resto do mundo de competir.
Em média, brasileiros e europeus correram praticamente a mesma distância ao longo da fase de grupos da competição internacional. Palmeiras, Flamengo, Botafogo e Fluminense correram 110,6 km por partida. Enquanto Porto, Chelsea, PSG e Borussia Dortmund correram 110 km em média nos três jogos que fizeram até aqui.
Existem diferenças em um ou outro duelo, como no confronto direto entre Botafogo e PSG, no qual os alvinegros correram 199,6 km contra 115,5 km dos franceses. Margem que pode ser explicada pelas estratégias adotadas pelos dois times. Mas, em suma, as diferenças entre os dois lados são mínimas no que diz respeito à distância percorrida.
Brasileiros saem do Super Mundial de Clubes com moral
Independentemente de seguir avançando e até mesmo de um deles ser campeão, os brasileiros já deixaram uma boa impressão e garantiram um saldo positivo no Mundial.
Contrariando muitos torcedores brasileiros, inclusive, os representantes do país no torneio da Fifa mostraram que a diferença de nível de lá para cá não é tão abissal assim e que é possível, sim, bater de frente com os clubes mais ricos e badalados do planeta.



