O Palmeiras segue ativo no mercado da bola e observa com atenção uma negociação que pode impactar diretamente o planejamento da temporada. Trata-se do acordo envolvendo o Fluminense e o estafe de Nino, do Zenit.
No atual cenário, pessoas ligadas ao Fluminense garantem que existe um acordo verbal encaminhado com o zagueiro Nino. O acerto, porém, não prevê retorno imediato ao futebol brasileiro.
A ideia do clube carioca é concretizar o negócio apenas após o fim da temporada europeia, em junho. O período coincide com o pós-Copa do Mundo, quando o calendário nacional volta a concentrar decisões importantes.
Atualmente no Zenit, Nino também está no radar do Palmeiras. A apuração indica que o maior entrave não é convencer o jogador no desembarque ao Brasil, mas sim negociar com a diretoria russa.
Além disso, ainda existe a possibilidade de propostas vindas de outros clubes europeus. Neste cenário, a vontade do atleta pode pesar, já que o defensor demonstra interesse claro em retornar ao Brasil.
Palmeiras surpreende Nino e Fluminense
O zagueiro Nino foi vendido ao Zenit, em 2024, por 5 milhões de euros – valor referente a 60% de seus direitos econômicos. O contrato com o clube russo vai até junho de 2028, mas a saída antecipada não está descartada.
A pressão para uma saída parte do próprio jogador. A exclusão da Rússia das competições europeias e da Copa do Mundo pesa na decisão, mesmo com discussões em andamento na Fifa e na Uefa.
Em meio ao interesse pela contratação, a presidente Leila Pereira teria oferecido 15 milhões de euros ao Zenit, de acordo com informação do colunista Robson Morelli, da Rádio Eldorado. O valor supera o investimento inicial dos russos e surge como um atrativo para concretizar o acordo.
Com isso, o Fluminense corre o risco de repetir o roteiro no caso Jhon Arias. Para seguir na disputa por Nino, o Tricolor das Laranjeiras precisará, no mínimo, cobrir a oferta palmeirense.









