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Palmeiras pode ser obrigado a vender Vitor Roque para bater meta de 62 milhões de euros

O Palmeiras pode ter que vender Vitor Roque para alcançar a meta de vendas de jogadores na próxima temporada. De acordo com o orçamento…

Palmeiras pode ser obrigado a vender Vitor Roque para bater meta de 62 milhões de euros

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras pode ter que vender Vitor Roque para alcançar a meta de vendas de jogadores na próxima temporada. De acordo com o orçamento aprovado pelo Conselho Deliberativo, o clube terá de fazer cerca de R$ 400 milhões com negociações – o mesmo que 62 milhões de euros.

Alvo de agremiações europeias, o Tigrinho sozinho praticamente bateria a meta. Se ele fosse vendido por 50 milhões de euros, o dobro do que o Verdão desembolsou para repatriá-lo, geraria R$ 324,4 milhões – restaria apenas R$ 75,6 milhões.

Destaque do time alviverde na jornada de 2025, o camisa 9 voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Com isso, naturalmente passou a despertar o interesse de equipes estrangeiras novamente, em especial as do Velho Continente.

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Vitor é muito novo, tem apenas 20 anos, e possui um potencial de se tornar um grande atacante de nível mundial embora não tenha conseguido na primeira tentativa. E ele próprio tem a vontade de repetir a experiência para se firmar no melhor futebol do mundo.

Palmeiras não venderá Vitor Roque

Apesar de Roque sozinho representar quase a totalidade do que o clube espera arrecadar com vendas no ano que vem, não está nos planos negociá-lo.

A ideia da diretoria palmeirense é fazer esse dinheiro com outros atletas. Especialmente as crias das categorias de base, que também estão na mira dos europeus.

Allan, por exemplo, pode render por volta de 30 milhões de euros. Outra joia que deve colocar cifras elevadas nos cofres alviverdes é Riquelme Fillipe.

Isso sem falar em outros nomes, como Luighi e Benedetti, que foram pouco aproveitados no time de cima, mas também têm mercado lá fora.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.