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Ídolo do Palmeiras pode deixar o Verdão para jogar a MLS

Um dos maiores ídolos da história recente do Palmeiras pode deixar o clube nesta janela de transferências. Dentre os possíveis destinos apontados para ele,…

Ídolo do Palmeiras pode deixar o Verdão para jogar a MLS

Créditos: Divulgação/New York Red Bulls

Um dos maiores ídolos da história recente do Palmeiras pode deixar o clube nesta janela de transferências. Dentre os possíveis destinos apontados para ele, a Major League Soccer, dos Estados Unidos, surgiu como uma possibilidade no horizonte recentemente.

Ídolo palestrino, Raphael Veiga é quem tem tido o nome bastante mencionado no noticiário do mercado da bola. Depois de ser apontado como alvo do Grêmio, o meia-atacante passou a estar na mira do FC Dallas, da MLS, conforme informou o setorista Diego Firmino.

O Verdão conta com o camisa 23 para a próxima temporada e não pretende negociá-lo neste momento. Apesar disso, não fecha as portas completamente para uma negociação e pede algo em torno de 12 milhões de euros (R$ 76 milhões) para abrir tratativas.

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Valor esse que dificilmente será pago pelo atleta de 30 anos, cujo contrato com o Maior Campeão do Brasil é válido até o fim de 2027. Na temporada que se encerrou, ele disputou 3 partidas, marcou sete gols e deu 12 assistências.

Veiga pode ganhar mais concorrência no Palmeiras

Além da concorrência que já tem na posição e que o fez perder o posto de titular, Veiga pode ver a briga por um lugar no time se acirrar ainda mais na jornada que vem.

Isso porque o Verde tem interesse na contratação de um camisa 10 para fortalecer o setor de criação da equipe. Alguém que chegue para disputar lugar no onze inicial.

No entendimento de Abel, falta um jogador com características de um meia clássico e experiente no plantel, como ficou nítido na reta final da temporada.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.