A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) avalia novas mudanças ao futebol brasileiro. Entre as medidas, o Palmeiras já está ciente de que pode ser atrapalhado pela entidade na temporada de 2026.
Um dos objetivos é impedir o uso de gramados sintéticos, que vivem sob ataques de atletas, técnicos e dirigentes. Nos últimos meses, alguns atletas (Neymar, Lucas Moura, etc.) lideraram um movimento na CBF contra o artificial.
O Flamengo é o clube que lidera a luta contra o sintético, defendendo o desejo de forma pública. O presidente da equipe, Luiz Eduardo Baptista, considera que o gramado provoca desequilíbrio financeiro e prejudica a saúde dos atletas.
“No Flamengo, acreditamos que não é justo que você tenha um diferencial competitivo pelo tipo de gramado que você joga. É mais caro ter grama. Nosso ponto de vista é que, se você não tem condição de praticar o futebol em campo de grama, talvez você não possa disputar a Série A”, disse Bap, ao site Poder360.
O Palmeiras é um dos três times da Série A que mandam seus jogos com campos sintéticos. Em 2026, com a entrada de Athletico-PR e Chapecoense, serão cinco clubes que utilizam a grama artificial em seus estádios.
Palmeiras mantém sintético na CBF
Pensando na valorização do gramado sintético, o Palmeiras já definiu que o material será trocado ao final da temporada. O clube vai instalar um novo piso artificial, valorizando a modernização.
A previsão é de que a obra seja iniciada em dezembro e se estenda até janeiro do ano que vem. O custo deve chegar aos R$ 10 milhões.









