Nesta terça-feira (18), o Palmeiras emitiu uma nota oficial para repudiar a possível demolição da Academia de Futebol 2 (centro de formação de atletas da base). O clube irá recorrer à decisão do Ministério Público de São Paulo.
De acordo com a ação movida pelos responsáveis, o Alviverde não cumpriu exigências ao receber o terreno em 1998. Entre elas, está a manutenção de um posto de vigilância para coibir invasões ao parque.
Em nota, o Palmeiras afirma que transformou a região em um centro de excelência na formação de jovens atletas e ressalta impactos positivos no local. O Alviverde expõe indignação com a decisão do Ministério Público.
O clube paulista também divulga o acordo realizado com o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica do estado de São Paulo), que prevê a cessão do local ao Palmeiras por 50 anos. A demolição do local, portanto, é apontada como algo ‘desproporcional e extremo’.
Caso o Alviverde não consiga permanecer com a Academia de Futebol 2, vai perder a sua principal ‘arma secreta’ nos últimos anos. Isso porque o local foi utilizado para ajudar na formação de grandes promessas do cenário nacional.
Palmeiras luta pela Academia de Futebol
Entre os nomes revelados através da Academia de Futebol 2, o Palmeiras garantiu a formação de Estêvão, Endrick, Allan e Vitor Reis. A diretoria ainda pretende revelar outros nomes de destaque nas próximas temporadas.
Em nota, o Palmeiras confirma a importância do centro de formação: “Mais do que um centro de treinamento, trata-se de um polo formativo que proporciona a quase 400 jovens o exercício diário da cidadania, por meio de atividades educativas que extrapolam o futebol e os preparam para os desafios do futuro, dentro e fora de campo”.









