Rival pisou na bola, não quis abrigar um dos maiores talentos do futebol brasileiro e, assim, o Palmeiras aproveitou. Vestindo o manto palestrino, o jogador não só confirmou todo seu potencial, como ainda se vingou em grande estilo e com requintes de crueldade.
Essa é uma parte da história já conhecida de Endrick. Depois de realizar testes no São Paulo, o atacante foi recusado pela equipe do Morumbi. O rival o teve nas mãos e o deixou escapar por não lhe dar as condições mínimas. Ofereceram apenas uma ajuda de custo.
Procurado pela família, o Verdão proporcionou a estadia do garoto de Brasília na capital paulista e empregou seu pai, Douglas. O menino prodígio foi lapidado na Academia de Futebol e, em 2022, foi promovido ao elenco principal, comandado por Abel Ferreira.
No ano seguinte, ficou frente a frente com o SP, em pleno Morumbi. Aproveitando contra-ataque, encheu o pé esquerdo para estufar a rede da meta rival e decretar a vitória palmeirense, por 2 a 0, no Choque-Rei, calando milhares de tricolores e se vingando.
Palmeiras embolsou fortuna com Endrick
Não bastasse a vingança no campo, o Verde ainda deixou o rival ainda mais baqueado com a fortuna que fez com a venda da Cria da Academia, uma das maiores do futebol brasileiro.
Endrick foi vendido ao Real Madrid por 72 milhões de euros (R$ 409 milhões, na cotação da época). Até hoje a perda da joia é sentida pelo lado tricolor do clássico e seguirá sendo por muito tempo.









