Leila Pereira, presidente do Palmeiras, tem se movimentado nos bastidores para garantir apoio de outros dirigentes em nova batalha com o Flamengo. Desta vez, a mandatária palestrina bate de frente contra os privilégios da equipe carioca no STJD.
Na última segunda-feira (10), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva adiou o julgamento de Bruno Henrique, que trata da atuação do atacante para beneficiar apostadores em jogo do Brasileirão 2023. Indignada com o adiamento, a dona da Crefisa cobrou o órgão.
Em nota enviada à imprensa, Leila questionou a posição do tribunal em relação ao caso que exige um rigor maior e pediu equidade. A dirigente citou a situação de Allan, que foi julgado no mesmo dia e teve a suspensão de duas partidas mantida por um lance de jogo.
De acordo com o site Bolavip Brasil, além do comunicado, Leila tem agido nos bastidores no sentido de conseguir apoio de outras cartolas. A ideia é ter mais força para seguir firme na briga contra os privilégios da agremiação rubro-negra nos bastidores da bola.
Confira a declaração de Leila Pereira ao STJD:
“O Palmeiras sempre respeitou, e seguirá respeitando, as instituições, mas espera o mesmo respeito de volta. O que está acontecendo não é justo. Um atleta é condenado por uma infração grave e joga normalmente por dois meses, inclusive fazendo gols e decidindo jogos. Aí, quando finalmente é marcado o novo julgamento, vota-se pela absolvição deste atleta e a sessão é adiada.
Enquanto isso, o Allan, que era réu primário, pega duas partidas de suspensão por um lance de jogo e depois tem a punição ratificada pelo Tribunal em pouco mais de 15 dias. E tudo isso acontece em uma semana decisiva, quando já teríamos vários desfalques por conta da Data Fifa. Não queremos ser beneficiados, mas não aceitamos ser prejudicados
O Palmeiras espera que o STJD adote uma postura equilibrada, para que suas decisões não influenciem o curso de um dos campeonatos mais disputados dos últimos anos. Que o campeão seja decidido dentro de campo.”









