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Enquanto Rony ganha R$ 1,7 milhão no Galo, salário de Vitor Roque no Palmeiras é maior

Rony trocou o Palmeiras pelo Atlético-MG, no início de 2025, para ganhar um salário de estrela do futebol brasileiro. Apesar do acréscimo em relação…

Enquanto Rony ganha R$ 1,7 milhão no Galo, salário de Vitor Roque no Palmeiras é maior

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Rony trocou o Palmeiras pelo Atlético-MG, no início de 2025, para ganhar um salário de estrela do futebol brasileiro. Apesar do acréscimo em relação ao que recebia no Verdão, o ex-camisa 10 palestrino fica atrás de Vitor Roque nesse quesito.

O Rústico firmou compromisso com o Galo para embolsar algo em torno de R$ 1,7 milhão por mês. Quantia que faz dele um dos jogadores mais bem pagos do país. Enquanto isso, os vencimentos do Tigrinho no Verdão estão na casa de R$ 1,9 milhão mensais.

Vitor também está entre os atletas mais bem remunerados por aqui, ocupando a parte de cima da folha salarial do plantel alviverde. E não era para menos. Afinal, o atacante de 20 anos é uma das promessas do esporte bretão nacional e retornou ao país como grande reforço após passagem pela Europa.

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Em fevereiro deste ano, o Palestra acertou a contratação do camisa 9 junto ao Barcelona por 25,5 milhões de euros (R$ 154 milhões, na cotação da época). Trata-se da aquisição mais cara da história do clube, do futebol brasileiro e sul-americano de uma forma geral.

Rony fez história no Palmeiras

Embora tenha deixado o Allianz Parque em baixa, Ronielson deixou seu nome marcado na história do Verde. O atacante foi parte importante de boa parte da era Abel Ferreira.

Ao todo, disputou 283 partidas vestindo o manto palestrino, marcou 70 gols e distribuiu 32 assistências. Além disso, conquistou 11 títulos, dentre os quais duas Copas Libertadores e dois Campeonatos Brasileiros.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.