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Milan comprou G. Gómez para ser 1º paraguaio da história do clube

Em movimentação no mercado da bola, o Milan acertou a contratação de Gustavo Gómez, capitão e ídolo do Palmeiras. Isso aconteceu antes de o…

Milan comprou G. Gómez para ser 1º paraguaio da história do clube

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Em movimentação no mercado da bola, o Milan acertou a contratação de Gustavo Gómez, capitão e ídolo do Palmeiras. Isso aconteceu antes de o zagueiro vir para o Brasil fazer história vestindo o manto palestrino. Ele se tornou o primeiro paraguaio a jogar no gigante italiano.

Diferentemente da maioria dos jogadores profissionais, Gómez fez boa parte de sua formação na base da Seleção do Paraguai. Em seguida, foi para o Libertad. Depois, foi para o Lanús, da Argentina, onde se destacou e chamou a atenção do Rossonero, que o comprou em agosto de 2016.

Para tirá-lo do Lanús, os italianos desembolsaram 8 milhões de euros. Com isso, o defensor se tornou o primeiro paraguaio da história milanesa. Apesar das expectativas, Gómez não conseguiu se firmar na equipe rubro-negra e, assim, entrou na lista de negociáveis – para a sorte do Verdão.

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Aproveitando que o zagueiro estava encostado na Terra da Bota, o Palestra tratou de se movimentar e acertou seu empréstimo. Posteriormente, o bom desempenho vestindo o manto alviverde fez o clube se apressar, agora para fechar sua aquisição definitiva por R$ 25 milhões.

Gustavo Gómez faz história no Palmeiras

Vestindo o manto palestrino desde 2018, o zagueiro paraguaio segue colocando seu nome em patamares cada vez mais elevados nas prateleiras de ídolos da SEP.

São 370 jogos, 43 gols e 12 títulos pelo clube. É o estrangeiro com mais partidas disputadas e mais taças conquistadas. Dentre os zagueiros, nenhum outro balançou as redes adversárias tantas vezes quanto ele.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.