Cumprindo pena por estupro desde 2024, Robinho recebeu mais uma noticía na noite da última quinta-feira (28). O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para mantê-lo preso e o ex-jogador do Santos e da Seleção Brasileira continuará em regime fechado.
Segundo a defesa do ex-atacante, a Lei de Migração, usada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para homologar a sentença aplicada pela Justiça Italiana, é posterior ao crime cometido por ele. Assim, a Lei estaria retroagindo para punir o réu, o que é proibido de acordo com a legislação brasileira, e, por essa razão, ele deveria ser solto.
O STF, no entanto, entendeu o contrário. Dos 11 ministros, seis votaram a favor da manutenção da prisão: Luiz Fux, relator do caso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin. Apenas o ministro Gilmar Mendes votou favorável à soltura do ex-camisa 7 santista.
A defesa de Robson também tentou pedir a redução da pena em 50 dias sob o argumento de que ele realizou um curso profissionalizante de “Eletrônica Básica, Rádio e TV”, mas sem sucesso. Condenado pela Justiça Italiana a nove anos de prisão por estupro coletivo, o ex-atleta cumpre pena desde março de 2024, em Tremembé, São Paulo.
Filho de Robinho segue seus passos no Santos
Assim como o pai, Robinho Jr é cria das categorias de base santistas e começa a dar os primeiros passos da trajetória profissional. O garoto de 17 anos de idade está integrado ao elenco liderado por Neymar e, inclusive, já estreou pelo clube da Vila Belmiro.









