A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu um passo atrás em relação ao contrato de Carlo Ancelotti. Após a Fifa questionar participação de empresário no negócio, a entidade máxima do esporte bretão nacional decidiu refazer o documento, conforme noticiado pelo jornalista Rodrigo Mattos, do portal Uol.
No primeiro vínculo constava o nome de Diego Fernandes, que participou das negociações com o treinador a pedido de Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da confederação. Havia um acerto entre as partes para o pagamento de 1,2 milhão de euros (R$ 7,7 milhões) ao agente pelo papel desempenhado.
Acontece que Fernandes não tem o credenciamento da Fifa para participar desse tipo de movimentação. Por essa razão, a federação internacional questionou se de fato ele teria atuado nas tratativas. Foi então que a nova gestão da CBF resolveu refazer o contrato do italiano – algo que já havia sido cogitado anteriormente.
Em resposta à Fifa, a entidade brasileira afirmou que não repassou nada ao empresário e retirou o nome dele do contrato. Quanto à Carletto, o técnico não reclamou do contratempo, por assim dizer, e assinou o compromisso nos mesmos moldes do anterior.
CBF fechou com Ancelotti até a Copa
Conforme destacado anteriormente, os termos do vínculo seguem os mesmos. Ou seja, Ancelotti fica à frente da Seleção Brasileira até o fim da Copa do Mundo de 2026. Depois do Mundial, as partes sentarão para conversar a respeito do futuro.
Nesse um ano de acordo, a confederação pagará 10 milhões de euros ao multicampeão e ídolo de clubes como Real Madrid e Milan.









