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Luxemburgo escolhe o Palmeiras como o time mais difícil de trabalhar no Brasil

Vanderlei Luxemburgo fez história no Palmeiras. Multicampeão nas passagens que teve pela instituição ao longo da carreira, o técnico é um dos maiores que…

Luxemburgo escolhe o Palmeiras como o time mais difícil de trabalhar no Brasil

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Vanderlei Luxemburgo fez história no Palmeiras. Multicampeão nas passagens que teve pela instituição ao longo da carreira, o técnico é um dos maiores que já comandaram o time alviverde. Apesar da bonita história construída, o professor considera o Verdão o clube mais difícil no qual já trabalhou.

Em entrevista ao canal Benja Me Mucho, do apresentador Benjamin Back, Luxa foi questionado a respeito do clube mais difícil de sua trajetória. Sem pensar duas vezes, o treinador apontou o Palestra. Segundo ele, isso se deve à pressão colocada pela torcida que canta e vibra, a mais exigente que já viu.

“O Palmeiras tem uma torcida que ela te cobra muito por qualquer instabilidade. É uma torcida muito exigente”, disse Luxa, sem titubear.

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Além do Verde, Vanderlei trabalhou em outras grandes agremiações do futebol brasileiro, como Vasco, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Santos, Corinthians, entre outras. Fora, dirigiu nada mais, nada menos que o Real Madrid. E ainda teve uma breve passagem pela Seleção Brasileira.

Luxemburgo foi alvo da ira da torcida do Palmeiras

No decorrer das décadas de carreira, Luxa somou cinco passagens pelo Maior Campeão do Brasil. Na penúltima, entre 2008 e 2009, conquistou o título do Campeonato Paulista, mas acabou deixando o clube em conflito com a torcida.

Em conflito com torcedores organizados no aeroporto, o treinador teve o braço quebrado. Depois do episódio, já como técnico do Santos, afirmou que a torcida alviverde era a mais violenta do Brasil.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.