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Atacante brigou com técnico do Palmeiras no vestiário e situação pegou fogo

O clima pegou fogo no vestiário do Palmeiras graças a um desentendimento entre técnico e atacante. Durante participação no programa Resenha, da ESPN, o…

Atacante brigou com técnico do Palmeiras no vestiário e situação pegou fogo

Créditos: Instagram/Palmeiras

O clima pegou fogo no vestiário do Palmeiras graças a um desentendimento entre técnico e atacante. Durante participação no programa Resenha, da ESPN, o ex-jogador Rafael Marques contou sobre a briga que teve com Cuca no Verdão na reta final do Campeonato Brasileiro de 2016.

Segundo Rafael, o treinador já chegou com a adrenalina elevada para o jogo contra o Coritiba. Em 2009, era ele o comandante do Fluminense na partida que decretou o rebaixamento do Coxa Branca – revoltados, os torcedores do Alviverde Paranaense quebraram a casa dele.

Ao chamar o jogador para entrar em campo, o técnico passou as instruções aos gritos e xingamentos. Resultado? o clima esquentou no vestiário. Rafael e Cuca trocaram ofensas e até empurrões. A turma do “deixa disso” precisou intervir para não acontecer o pior. Depois, ambos se acertaram e ficou tudo bem.

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“Ele me disse: ‘Você vai tomar no c*’, e aí eu fiquei cego. Fui para cima também. Discussão, segura aqui, segura ali, discussão para lá e para cá, empurra um para lá e tal, apaziguou, conversamos. O Cuca, pô, chateado, até falou assim: ‘Eu já percebi que vocês estavam querendo me bater até no rachão'”, disse o ex-centroavante.

Palmeiras saiu da fila em 2016

Desentendimentos como esses não são uma novidade no futebol, ainda mais se tratando de Cuca. O treinador não é das personalidades da bola mais fáceis de lidar e alguns episódios como o protagonizado com Rafael Marques marcam a sua trajetória.

Apesar das questões de vestiário, o Verde seguiu firme e forte rumo ao título brasileiro daquele ano. O clube, que não levantava a taça desde 1994, encerrou um jejum de duas décadas com aquela conquista – a segunda grande taça da era Crefisa e da reconstrução da instituição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.