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STJD decidiu punir o Atlético com a perda de 13 pontos

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou recurso e manteve punição de 13 pontos ao Atlético Cajazeiras. Em 2024, o clube foi penalizado…

STJD decidiu punir o Atlético com a perda de 13 pontos

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou recurso e manteve punição de 13 pontos ao Atlético Cajazeiras. Em 2024, o clube foi penalizado com a perda de pontos e multa pela escalação irregular de um jogador no Campeonato Paraibano. 

Em um primeiro momento, o tribunal julgou e puniu a agremiação com a perda de 13 pontos e multa de R$ 3 mil. O Cajazeiras, no entanto, entrou com recurso e um novo julgamento foi realizado, mantendo a primeira parte da pena e reduzindo a multa para R$ 1 mil.

O Atlético pagou o preço pela escalação irregular do zagueiro Pedro Bahia nas partidas contra CSP, Pombal e Treze. Contratado para a disputa do certame estadual daquela temporada, o atleta cumpria suspensão de 200 dias por participação em manipulação de resultados quando jogava pelo Fernandópolis, em jogo da quarta divisão do Paulistão.

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Com 13 pontos a menos na tabela de classificação, o Cajazeiras foi rebaixado para a segunda divisão do Paraibano. O time terminou o campeonato na lanterna e com dois pontos negativos. Não fosse a punição, teria se mantido na elite estadual.

Atlético foi campeão em 2002

Assim como na maioria dos campeonatos estaduais, os maiores clubes locais dominam o número de conquistas. No Paraibano não é diferente: Botafogo, com 30 troféus, Campinense, com 22, e Treze, com 17, são os maiores campeões.

Mas, vira e mexe, uma surpresa acontece. Em 2002, o Cajazeiras protagonizou uma dessas surpresas ao bater os grandes e colocar as mãos na taça, conquistando o maior título de sua história.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.