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Luto: falece ídolo que marcou época no Palmeiras

Nesta terça-feira (22), o Palmeiras se despediu de um ídolo que marcou seu nome na história centenária do clube. Morreu em São Paulo, aos…

Luto: falece ídolo que marcou época no Palmeiras

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Nesta terça-feira (22), o Palmeiras se despediu de um ídolo que marcou seu nome na história centenária do clube. Morreu em São Paulo, aos 55 anos, o ex-zagueiro Tonhão, multicampeão vestindo o manto palestrino. A causa da morte não foi informada.

O defensor fez parte dos times lendários que marcaram a reconstrução do Verdão no início da década de 1990. Ele esteve presente, por exemplo, na conquista do Campeonato Paulista de 1993, que quebrou o jejum de 16 anos sem títulos e representou o começo de uma nova era no antigo Parque Antarctica.

No mesmo ano, o jogador ergueu a taça do Campeonato Brasileiro e do Torneio Rio-São Paulo. Já na temporada seguinte, o sucesso a nível estadual e nacional foi repetido, com as conquistas dos canecos do Paulista e do Brasileirão novamente, tudo sob o comando de Vanderlei Luxemburgo da Silva.

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Zagueiro à moda antiga, Tonhão compensava a falta de técnica com a entrega em campo. Não por acaso, virou sinônimo de raça entre a torcida que canta e vibra. Ao todo, foram 161 jogos disputados e quatro gols marcados vestindo o manto palestrino.

Palmeiras e ex-companheiros se despediram de Tonhão

Por meio das redes sociais, o Alviverde prestou uma homenagem ao ídolo e se solidarizou com a família. “Prestamos nossas condolências aos familiares e amigos do ex-zagueiro, com quem nos solidarizamos neste momento de imensa tristeza e saudade”, publicou o clube via Instagram.

Ex-companheiros, como Amaral, Paulo Nunes, Sérgio e Zinho deixaram mensagens de apoio na publicação. Até mesmo rivais, como Paulo Sérgio, ídolo corintiano, lamentaram a morte do ídolo palmeirense.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.