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Jailson não mede palavras sobre Endrick e deixa toda a torcida do Brasil eufórica

Jailson, ex-goleiro do Palmeiras, deu uma declaração para deixar eufórico todo o torcedor brasileiro. Em entrevista ao ge, o hoje aposentado arqueiro falou sobre…

Jailson, ex-goleiro do Palmeiras, deu uma declaração para deixar eufórico todo o torcedor brasileiro. Em entrevista ao ge, o hoje aposentado arqueiro falou sobre o garoto que viu crescer nos tempos de Verdão e já dava indícios da trajetória brilhante que começou a traçar nos gramados. 

“Ele sempre foi diferenciado. Isso era nítido para todos. Tinha uma diferença para os outros meninos. Já vi ele treinar também e tem um talento absurdo. É um garoto fora da curva. Dava para ver que ia longe”, disse Jailsão, como é conhecido pelos palestrinos.

O goleiro evitou fazer projeções mais arriscadas quanto ao futuro do atacante. Contudo, destacou que se as coisas continuarem caminhando do jeito que estão, o menino prodígio pode ir longe. E ir longe, neste caso, pode ser ajudar o Brasil a conquistar o hexacampeonato mundial.

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“Acho que ainda é cedo para falar onde vai chegar, mas se continuar nessa pegada ele vai longe. Sem dúvidas. É fera demais. Acho que pode trazer uma Copa para o Brasil”, completou o ídolo da torcida que canta e vibra.

Jailson ajudou o pai de Endrick

Jailsão tem uma relação especial com Douglas, pai da Cria da Academia. Quando Douglas trabalhava na Academia de Futebol e passava por dificuldades, foi o atleta quem o ajudou. Hoje, os dois mantêm uma amizade, mesmo que à distância.

“Eu era muito amigo do Douglas e de vários funcionários do Palmeiras. E teve uma época que comecei a perceber que ele só comia sopa, sendo que no refeitório tinha carne. Ele me contou que não conseguia mastigar por causa do dente. Aquilo partiu meu coração. Falei com alguns jogadores e pagamos o implante. Ele ficou muito feliz”, lembrou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.